sábado, junho 20, 2009

Soltar o juízo...


Bem... Nem todos os dias deixo isto acontecer mas hoje apetecia-me mesmo quebrar um pouco a rotina... Com companheiros excelentes ri até fartar e acabei por descobrir novas facetas... Foi deveras interessante xD
Carlinhos brigada pela quase companhia completa até minha casa - és o meu herói...
Tiago e Luís vejam mas é se para a próxima têm fôlego para me acompanhar xD

Carlinha e Pedro- Temos de derreter mais palhinhas xD

God nem acredito na noite que tivemos xD
Mais noites destas pá xD

quinta-feira, maio 21, 2009

Ser o que mais ninguém é...

Ser forte, ser feliz, ser simplesmente.
Ser o que quero e não quero. 
Ser bem comportada ou mal-humorada.
Ser risonha ou chorona. 
Ser um conjunto de memórias e momentos que se saboreia ao recordar.
Ser e não ser.
Ser frágil e nostálgica como uma melodia. 
Ser simples e amável...
Ser o que sou e o que hei-de ser. 

Eu apenas.



segunda-feira, maio 11, 2009

                   
                                                               Que sabes tu de mim?


    Pergunto-me muitas vezes o que é que certas pessoas pensam que são para terem a audácia de dizer que as outras pessoas são isto ou aquilo, ou desta ou de outra forma, como se as conhecessem melhor que elas próprias. A prepotência de querer passar por superior, de querer exibir uma capacidade de discernimento psicológico que não possuem, de querer ser donos da identidade de quem não lhes pertence...

  Irrita-me profundamente que repetidamente me cruze com pessoas que acham que me conhecem ou, pior, que querem que eu seja como elas gostavam que eu fosse... 

  Nunca aconteceu a ninguém deparar-se com uma pessoa que fala como se nos conhecesse a vida toda, que nos interpreta como se fossemos um livro aberto, mas que vos dá a sensação (certeza) que está a ler o livro de pernas para o ar? Nunca encontraram ninguém que vos define de maneiras, formas e ideais que não têm nada a ver convosco, mas que espalha aos sete ventos e defende com uma certeza ridícula e profundamente frustrante. Como se se achasse capaz de atravessar toda a parafernália de protecções mentais e bloqueios de personalidade a qualquer acesso externo como se de nada se tratassem? Para mim isso é um triste sentido de superioridade falhada...

  Cada pessoa é uma malha de tecido indissolúvel, que não é com um simples olhar presunçoso que se compreende completamente. É típico julgar sem se conhecer, mas assumir aspectos pessoais por características pessoais que não se compreendem completamente, é todo um novo nível de estupidez social...